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O projeto Aprendizes da Liberdade oferece qualificação profissional aos jovens em conflito com a lei e que estejam cumprindo medida socioeducativa no DEGASE (Departamento Geral de Ações Socioeducativas), bem como a detentos da SEAP (Secretaria do Estado de Administração Penitenciária). É uma oportunidade para ser produtivo mediante reeducação e ressocialização, com a chance de conseguir emprego e gerar renda.

O programa é fruto de um convênio assinado em janeiro de 2007 entre Sistema FIRJAN, governo do Estado e Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Pelos termos do acordo, o Estado oferece espaços físicos e acompanhamento social e psicológico, enquanto o Sistema FIRJAN, por intermédio do SENAI, entra com oficinas, coordenação, metodologia, contratação de profissionais e material didático. Os participantes do projeto cursam três módulos:

• Competências Básicas (Leitura e Matemática)
• Educação para a Cidadania (Cidadania e Ética, Relações Humanas, Meio Ambiente, Qualidade, Empreendedorismo, Saúde e Segurança)
• Qualificação Profissional

Os cursos foram desenvolvidos para quatro segmentos: alimentos, automotivo, marcenaria e construção civil. São áreas que atraem o interesse dos jovens, facilitando a inclusão no mercado de trabalho ou o trabalho autônomo. A adesão é voluntária e a duração, dependendo do curso, pode ser de três a seis meses.

Durante todo o programa, os alunos recebem acompanhamento e orientação educacional, sendo que os estudantes (da modalidade Aprendizagem) em regime de liberdade assistida têm direito a transporte.

O projeto se insere na Lei do Aprendiz (Lei 10.097/2000), permitindo que as empresas contratem os jovens alunos – com idade de 14 a 24 anos incompletos – durante o curso, cumprindo cotas de aprendizagem por meio de contrato de trabalho.

 
Para Empresas
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