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Pré-candidato Paulo Rabello de Castro se reúne com empresários na FIRJAN

Rabello falou sobre suas propostas, na presença de Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira e empresários

Rabello falou sobre suas propostas, na presença de Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira e empresáriosFoto: Vinícius Magalhães

09/07/18 09:09  -  Atualizado em  09/07/18 09:18

Paulo Rabello de Castro, pré-candidato à presidente da República pelo PSC, defendeu a implementação de um programa “radical” de competitividade da indústria instalada no país, com acompanhamento mensal e melhoria gradual dos índices que impactam as empresas, como carga tributária e taxa de juros. O objetivo é defender o produto nacional por meio da isonomia econômica, inclusive tarifária. O encontro do ex-presidente do BNDES com empresários do estado do Rio, realizado quinta-feira (5/07) na sede do Sistema FIRJAN, faz parte da série promovida pela Federação com os presidenciáveis.

Rabello de Castro apresentou seu plano de 20 metas para o país, entre elas menos impostos, com a eliminação de sete grandes tributos (PIS, Cofins, IPI, Cide, IOF, CPP e CSLL); e estrutura fiscal eficiente, com déficit público zero em 2022. “O primeiro programa que precisamos é de segurança econômica, para combater o déficit”, acentuou, propondo corte linear de despesas em todas as rubricas do orçamento público, com margem de negociação para casos excepcionais, desde que compensados por outros programas.

O combate à corrupção, segundo o economista, também permitirá a geração de verba extra para fechar as contas públicas. “Mas não pode cortar investimentos”, ressalvou ele. Seu plano prevê dobrar a aplicação de recursos em infraestrutura pública, ultrapassando a soma de
R$ 100 bilhões anuais.

Com relação à Taxa de Longo Prazo (TLP), que substituiu a TJLP aplicada nos financiamentos do BNDES, Castro sugere rever a fórmula para que a inflação não seja mais considerada na formação do índice.

O economista defendeu ainda uma revisão da Constituição Federal pelo novo Congresso Nacional até outubro de 2019, com posterior consulta popular para referendar o novo texto em outubro de 2020. O referendo serviria também como um recall do próprio presidente do país.

Participaram do encontro Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, presidente da Federação, diretores da instituição, empresários e líderes sindicais de todas as regiões fluminenses. No mês passado, a FIRJAN recebeu Geraldo Alckmin, também pré-candidato. 

 

 
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