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FIRJAN discute perspectivas para o mercado brasileiro na OTC

“Só teremos um ambiente competitivo ao fortalecer todos os elos do encadeamento produtivo de petróleo e gás”, disse Eduardo Eugenio

“Só teremos um ambiente competitivo ao fortalecer todos os elos do encadeamento produtivo de petróleo e gás”, disse Eduardo EugenioFoto: Fabiano Veneza

26/10/17 16:07  -  Atualizado em  30/10/17 11:18

O presidente do Sistema FIRJAN, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, participou de painel sobre a retomada no processo de produção da indústria de petróleo e gás, na OTC Brasil 2017. Para ele, o calendário regular de licitações até 2019, com uma oferta permanente de áreas, é uma conquista importante para a atratividade do país.

“Ainda assim, precisamos focar na indústria aqui instalada. Precisamos aproveitar as oportunidades de petróleo e gás para aumentar a produção interna de bens e serviços para este segmento. Na medida em que existe o mercado, em que os leilões estão acontecendo, existe a certeza da demanda”, avaliou Eduardo Eugenio.

De acordo com o presidente, havendo confiança, as indústrias irão se preparar e investir, de modo a se qualificar para uma justa competição: “Só teremos um ambiente competitivo ao fortalecer todos os elos do encadeamento produtivo de petróleo e gás”. 
 

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Painel debateu a retomada no processo de produção da indústria de petróleo e gás


Eduardo Eugenio aproveitou a ocasião para convidar todas as empresas que quiserem aumentar sua presença nesse mercado para se associarem a Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip), na qual ele é também o presidente do Conselho Deliberativo. “A Onip é um fórum aberto às discussões entre compradores e produtores, além de contar com a presença de órgãos públicos. É um espaço para se exercitar essa integração”, afirmou.

Na avaliação de Márcio Félix, secretário de Petróleo, Gás Natural e Combustíveis Renováveis do Ministério de Minas e Energia (MME), o Brasil precisa continuar acompanhando as tendências mundiais para fortalecer sua competitividade. “Além disso, precisamos de um lugar para concentrar os principais players de modo a sermos mais efetivos. Esse lugar é o Rio de Janeiro”, pontuou.

Décio Oddone, diretor-geral da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), apresentou as perspectivas e ações da instituição para reativar todos os setores da cadeia de P&G. “Nossos pilares são o pré-sal, o offshore tradicional e o onshore, sendo que cada um deles possui suas particularidades. Nosso objetivo é criar condições para que todos consigam se desenvolver e atingir o potencial que o Brasil tem”, destacou.

Segundo José Firmo, diretor-presidente da Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Petróleo (ABESPetro), a cadeia de petróleo e gás é dependente de todos os seus elos, por isso, as iniciativas para a sua retomada devem ser feitas de modo integrado: “As soluções para a crise pela qual passamos não podem ser temporárias e voltadas apenas para um único ator dessa cadeia, mas sim vistas de modo holístico. Essa prerrogativa é primordial”.

Jorge Camargo,  presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), ressaltou o sucesso de mais uma edição da OTC no Brasil. “A razão desse otimismo visto na feira é a agenda regular de leilões, responsável por destravar a capacidade do país de atrair investimentos”, disse. Para Camargo, a indústria deve se munir de tecnologia e inovação para aproveitar as oportunidades que surgirão com essa agenda. 

O painel “Bringing Together Key Players for the Resumption of the Oil and Gas Industry Production Process in Brazil”, aconteceu em 26 de outubro, na OTC Brasil 2017.

Saiba mais sobre a participação do Sistema FIRJAN na OTC Brasil 2017.

 
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