Portal Sistema Firjan
menu

PublicaçõesBoletim Rio Exporta

Seja bem-vindo(a) ao boletim Rio Exporta. Produzido pela Firjan, é um periódico mensal que apresenta de forma detalhada os dados e análises sobre o comércio exterior fluminense: exportações, importações, saldo comercial e corrente de comércio.

Em 2021, lançamos um novo formato para visualização dos dados. Agora você pode navegar pela ferramenta pelos temas gerais, com detalhamento do conteúdo ao aplicar filtros específicos de acordo com seu interesse.

Os dados compilados seguem a nova metodologia divulgada pelo Ministério da Economia, incorporada em abril de 2021, por meio da Nota Técnica SITEC n° 01/2021/ME. Entre as alterações, está a contabilização da energia elétrica gerada por Itaipu nas importações. 

Destaques do comércio exterior do Rio de Janeiro - Julho 2021

  • No primeiro semestre de 2021, o estado do Rio de Janeiro registrou uma corrente de comércio de US$ 25 bilhões, crescimento de 10% frente ao mesmo período de 2020. A balança comercial fluminense somou US$ 15,3 bilhões em exportações e US$ 9,7 bilhões em importações, gerando um saldo comercial superavitário de US$ 5,5 bilhões. O desempenho do acumulado anual garantiu novamente ao Rio a segunda posição no ranking dos estados com maiores fluxos internacionais de comércio, mantendo-se atrás apenas de São Paulo.

  • As exportações fluminenses avançaram 27% no período, reflexo do aumento de 30% nas vendas de produtos básicos (US$ 11,8 bilhões; 77% do total) e de 72% de produtos semimanufaturados (US$ 1,3 bilhão; 8% do total). Cabe destaque para o incremento de 50% nos embarques da indústria de Veículos automotores, reboques e carrocerias, ocasionado pelo aumento da demanda argentina por automóveis de passageiros. As vendas de torneiras, válvulas e dispositivos semelhantes aumentaram 163%, impulsionando as exportações do setor de Máquinas e equipamentos (US$ 213 milhões).

  • As importações do estado do Rio reduziram 9% no acumulado anual, como resultado da retração de 66% nas compras de bens de capital (US$ 1,4 bilhão), responsável por 15% das encomendas do estado. As aquisições da indústria de Outros equipamentos de transporte, exceto veículos automotores, que detém a maior participação nas importações fluminenses (23%), registraram queda de 45%, com destaque para redução de 74% nas compras de plataformas de perfuração (US$ 611 milhões). Em contrapartida, os desembarques de partes e peças de aviões (US$ 214 milhões) e veículos de carga (US$ 159 milhões) aumentaram 145% e 121%, respectivamente.

  • Em relação ao comércio de petróleo, as exportações do estado do Rio cresceram 30% quando comparadas ao mesmo período do ano anterior, atingindo o valor de US$ 11,6 bilhões. Os embarques para a China, principal destino das exportações fluminenses de óleos brutos de petróleo, aumentaram 16% (US$ 6 bilhões). Também cabe destaque para o acréscimo de 315% nas vendas para a Coreia do Sul (US$ 738 milhões); 125% para o Chile (US$ 580 milhões) e 107% para a Índia (US$ 953 milhões). Com relação às importações de petróleo, houve aumento de 16% no período, totalizando US$ 724 milhões. Esse resultado é reflexo da alta de 6% nas compras provenientes da Arábia Saudita (US$ 597 milhões) e de 117% do Iraque (US$ 128 milhões).

  • Quanto ao comércio exclusive petróleo, os embarques do estado do Rio cresceram 20% no período, registrando o valor de US$ 3,7 bilhões. As exportações para a Argentina (US$ 810 milhões) apresentaram crescimento de 251%, com destaque para as vendas de automóveis de passageiros (US$ 174 milhões) e produtos semimanufaturados de ferro ou aço (US$ 194 milhões). Houve aumento de 608% nas vendas fluminenses para o Mercosul (US$ 1,7 bilhão), no entanto, o USMCA (US$ 4,9 bilhões) permaneceu como a principal área de destino das exportações fluminenses, com participação de 36%.

  • Já nas importações, o Rio registrou retrocesso de 10% (US$ 9 bilhões), devido, principalmente, à redução de 2% dos desembarques provenientes dos Estados Unidos (US$ 4,5 bilhões) e de 84% da China (US$ 718 milhões).

  • No que se refere aos índices de Preço e Quantum no acumulado anual, observou-se que o setor de Móveis registrou crescimento de 70% no índice de Preço, seguido por Metalurgia, com aumento de 61%. Em paralelo, no índice Quantum, o setor de Impressão e reprodução de gravações cresceu 911%, enquanto Móveis contraiu 39%.

 

Histórico de boletins

Use os filtros abaixo para ver nosso histórico.

 
Para Empresas
Competitividade Empresarial Educação Qualidade de Vida