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PublicaçõesBoletim Rio Exporta

Seja bem-vindo(a) ao boletim Rio Exporta. Produzido pela Firjan, é um periódico mensal que apresenta de forma detalhada os dados e análises sobre o comércio exterior fluminense: exportações, importações, saldo comercial e corrente de comércio.

Em 2021, lançamos um novo formato para visualização dos dados. Agora você pode navegar pela ferramenta pelos temas gerais, com detalhamento do conteúdo ao aplicar filtros específicos de acordo com seu interesse.

Os dados compilados seguem a nova metodologia divulgada pelo Ministério da Economia, incorporada em abril de 2021, por meio da Nota Técnica SITEC n° 01/2021/ME. Entre as alterações, está a contabilização da energia elétrica gerada por Itaipu nas importações. 

Destaques do comércio exterior do Rio de Janeiro - Maio 2021

  • No período entre janeiro e abril de 2021, a balança comercial fluminense registrou superávit de US$ 2,2 bilhões. Os embarques fluminenses somaram US$ 9 bilhões, enquanto as importações totalizaram US$ 6,8 bilhões, resultando em uma corrente de comércio de US$ 15,8 bilhões, o que faz com que o estado do Rio de Janeiro permaneça como o segundo player entre os estados com maior fluxo internacional na corrente de comércio brasileira, atrás apenas de São Paulo.

  • No acumulado anual, as vendas do estado do Rio de Janeiro cresceram 1%, quando comparado ao mesmo período de 2020. O crescimento foi reflexo do aumento de 2% nas exportações de produtos básicos, que representaram 77% (US$ 7 bilhões) do valor total embarcado. Quanto às principais indústrias fluminenses, destacou-se o crescimento de 33% nas exportações de Metalurgia (US$ 837 milhões), tal como o aumento de 24% nos embarques de Máquinas e equipamentos, que totalizou US$ 132 milhões. No mesmo período, houve redução nas exportações de Outros equipamentos de transporte (US$ 98 milhões; contração de 65%) e de Produtos de metal, exceto máquinas (US$ 27 milhões; retrocesso de 41%). Entre os principais produtos exportados, torneiras e válvulas (US$ 96 milhões) registrou o maior crescimento, alcançando 235%.

  • No âmbito das importações fluminenses, somados os meses até abril, houve retração de 22%, reflexo, principalmente, do retrocesso de 66% nas compras de bens de capital (US$ 1,4 bilhão), responsável por 20% do total importado. Em contrapartida, houve crescimento de 141% nas importações de combustíveis e lubrificantes (US$ 1,9 bilhão), que representou 29% das compras no período. Quanto às principais indústrias do estado do Rio de Janeiro, Outros equipamentos de transporte, exceto veículos automotores (US$ 1,8 bilhão), que obteve a maior participação (27%), registrou queda de 50%. Em paralelo, a indústria de Petróleo e gás natural (US$ 935 milhões), responsável por 14% das compras do estado do Rio de Janeiro, cresceu 145% no acumulado anual. No que se refere aos produtos da pauta importadora fluminense, a energia elétrica (US$ 495 milhões) foi destaque, com crescimento superior a 10000%, atingindo 7% de participação. Neste ponto, é importante reiterar que a energia elétrica gerada por Itaipu passou a ser contabilizada nas importações, após alteração na metodologia de compilação de dados divulgada pelo Ministério da Economia.

  • No que tange ao comércio de petróleo, as vendas fluminenses totalizaram US$ 6,8 bilhões, registrando um crescimento de 2% quando comparado ao mesmo período de 2020. A China (US$ 4,2 bilhões) foi o maior destino das exportações de petróleo do estado do Rio, com 62% de participação. Houve retração de 39% nas vendas para os Demais destinos (soma de todos os destinos, exceto os 7 maiores), registrando o valor de US$ 631 milhões, o que representa 9% do total dos embarques. Quanto às compras fluminenses de óleos brutos de petróleo, houve aumento de 9%, totalizando US$ 416 milhões, consequência do acréscimo do Iraque como origem das importações (US$ 49 milhões). Contudo, a Arábia Saudita (US$ 366 milhões) permanece como o principal fornecedor do estado do Rio, com participação de 88% no total importado.

  • Em relação ao comércio exclusive petróleo (US$ 2,2 bilhões), houve um decréscimo de 1% no acumulado anual, resultado de uma retração de 15% das exportações para o USMCA (US$ 949 milhões) e de 39% para a União Europeia (US$ 168 milhões). Os embarques com destino aos EUA (US$ 896 milhões), que representaram 41% do total, foram impulsionados por produtos semimanufaturados de ferro ou aço (US$ 661 milhões; aumento de 45%). A Argentina (US$ 274 milhões), segundo principal importador dos produtos fluminenses, aumentou suas compras em 72%, sendo o país que apresentou maior variação positiva.

  • Quanto às importações exclusive petróleo, houve queda de 23%, registrando um valor total de US$ 6,3 bilhões no período. Principal origem das compras fluminenses, os EUA (US$ 1,9 bilhão), corresponderam a 31% das importações do Rio no acumulado anual. As compras oriundas do Paraguai (US$ 456 milhões) e da Coreia do Sul (US$ 282 milhões) apresentaram grande crescimento, com alta de 8460% e 573%, respectivamente. No caso do Paraguai, o crescimento corresponde, principalmente, à compra de energia elétrica (US$ 447 milhões).

 

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