<img height="1" width="1" style="display:none;" alt="" src="https://px.ads.linkedin.com/collect/?pid=4124220&amp;fmt=gif">
Portal Sistema Firjan
menu

Notícias

Firjan

Redistribuição dos royalties: Firjan reforça necessidade de solução definitiva para o tema

Tempo médio de leitura: ...calculando.

Publicado em 07/05/2026 18:07  -  Atualizado em  08/05/2026 08:31

A Firjan saúda a ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), que votou pela admissibilidade da ADI 4917 sobre a redistribuição dos royalties do petróleo, reconhecendo o direito constitucional do estado do Rio de Janeiro e dos municípios fluminenses pela compensação da atividade de produção de petróleo e gás natural. 

Em seu voto, a ministra reforçou argumentos já apresentados pela federação, como, por exemplo, o de que os estados produtores já abrem mão da arrecadação de ICMS incidente sobre a venda de óleo na origem. Conforme análise da Firjan, com base nos números de 2025, o estado do Rio de Janeiro contribuiu com cerca de R$ 64 bilhões em ICMS pagos a outros estados do país, ao longo do ano passado.

Porém, com o pedido de vista do ministro Flávio Dino e a postergação do julgamento, a federação reforça a necessidade de uma solução definitiva para o tema. A manutenção da indefinição prolonga um ambiente de insegurança jurídica para o estado do Rio de Janeiro, seus municípios, a indústria e toda a cadeia produtiva de petróleo e gás.

“Esperávamos uma decisão definitiva para essa situação que aflige o Rio de Janeiro. Mas seguimos confiantes no STF, em sua missão de resguardar e proteger a Constituição”, afirmou o presidente da Firjan, Luiz Césio Caetano.

A federação reitera que os royalties têm natureza compensatória, e não redistributiva. Trata-se de uma receita de compensação pela exploração de um recurso finito localizado em águas fluminenses, usado para mitigar os impactos das atividades e seus desdobramentos e contribuindo para a economia local, após a escassez dos recursos.

A Firjan seguirá colaborando tecnicamente para a defesa dos interesses do Rio e do pacto federativo, em diálogo com o poder público, o setor produtivo e as instituições. O tema exige responsabilidade, equilíbrio e segurança jurídica, considerando seus efeitos diretos sobre investimentos, serviços públicos, empregos e competitividade. Segundo a federação, o estado do Rio e seus municípios acumulam mais de R$ 26 bilhões em redução de receitas provenientes das mudanças no modelo de compensação pela adoção do regime de partilha.

 
Para Empresas
Competitividade Empresarial Educação Qualidade de Vida
 
 

Utilizamos cookies para uma melhor experiência de navegação. Conheça nossa Política de Privacidade.