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Superávit da balança comercial fluminense soma US$ 6,2 bilhões de janeiro a julho

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Publicado em 24/09/21 15:28  -  Atualizado em  24/09/21 15:35

O Boletim Rio Exporta, da Firjan, aponta superávit de US$ 6,2 bilhões na balança comercial do estado, de janeiro a julho deste ano. Nesse período, as exportações fluminenses avançaram 25% frente ao mesmo período do ano anterior, somando US$ 17,8 bilhões, enquanto as importações registraram US$ 11,6 bilhões. Com esse resultado (US$ 29,4 bilhões), o estado permanece como o segundo player do país com maior fluxo internacional na corrente de comércio brasileira, atrás apenas de São Paulo. 

“A constância do crescimento do nosso superávit nas últimas três edições do boletim é muito positiva. O resultado mostra que o Rio está recuperando pouco a pouco a grande desaceleração registrada em 2020. Os indicadores estão denotando uma consolidação da retomada”, avalia Giorgio Luigi Rossi, coordenador da Firjan Internacional.

O resultado das exportações destaca o crescimento de 47% nas vendas de metalurgia (US$ 1,6 bilhão), consequência do avanço de 71% nos embarques de produtos semimanufaturados de ferro ou aço (US$ 1,4 bilhão); e a alta de 45% de veículos automotores (US$ 322 milhões), devido ao incremento de 138% nas vendas de veículos de carga (US$ 100 milhões).

O resultado mostra que o Rio está recuperando pouco a pouco a grande desaceleração registrada em 2020 - Giorgio Luigi Rossi, coordenador da Firjan Internacional.

“O cenário interno ainda tem muitas variáveis que podem impactar a retomada, mas alguns fatores fazem com que essa consolidação de retomada possa ser percebida”, acrescenta Rossi, ressaltando que o petróleo também vem acompanhando a recuperação.

Exportações fluminenses

As exportações fluminenses de petróleo cresceram 26%, em comparação ao ano de 2020, somando US$ 13,4 bilhões. Os embarques para a Coreia do Sul (US$ 738 milhões) registraram o maior crescimento (315%), seguido pelas vendas para o Chile (US$ 737 milhões), que cresceram 128%. Segundo Rossi, apesar de sazonal, o aumento fora da curva demonstra que outros países estão voltando a comprar, além da China, que manteve a posição de principal importador, com US$ 7,1 bilhões.

Em relação às importações, o estado do Rio aumentou em 61% suas compras de petróleo estrangeiro, somando US$ 1,1 bilhão e tendo como fornecedores a Arábia Saudita (US$ 932 milhões) e o Iraque (US$ 168 milhões). Mas no geral as importações registraram estabilidade no acumulado anual, recuando 0,1%, quando comparadas ao mesmo período de 2020.

No comércio exclusive petróleo, as exportações tiveram crescimento de 23%, somando US$ 4,4 bilhões no acumulado anual. Nesse cenário, o destaque vai para a retomada do fluxo exportador para o Mercosul, com um aumento de 86%, reflexo do crescimento de 123% nos embarques para a Argentina.

“Isso significa que não apenas o Brasil, mas também os nossos sócios no Mercosul começam a dar sinais de retomada das suas economias”, analisa Rossi. Já com o USMCA (bloco formado por Estados Unidos, México e Canadá) houve um incremento de 14% no período (US$ 2 bilhões).

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