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Sindirepa e Firjan debatem novo mercado de Gás Natural Veicular

O presidente da Firjan, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, participou do evento organizado pelo Sindirepa, presidido por Celso Mattos

O presidente da Firjan, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, participou do evento organizado pelo Sindirepa, presidido por Celso MattosFoto: Paula Johas

02/10/19 18:20  -  Atualizado em  02/10/19 19:00

A Casa Firjan sediou, nesta quarta-feira (02/10), o 2º Seminário Nacional do GNV - Oportunidades da Abertura no Mercado do Gás para Veículos Pesados, promovido pelo Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios do Rio de Janeiro (Sindirepa), com o apoio da Firjan. O evento atraiu cerca de 300 pessoas, que lotaram o auditório e também o Lab de Cocriação, onde foi disponibilizada transmissão simultânea.

Presidente do Sindirepa, Celso Mattos afirmou que, no estado do Rio, a expansão do uso do Gás Natural Veicular (GNV) está sempre em sua agenda: “Continuaremos a defender com afinco o desenvolvimento do mercado e a busca por mais realizações para o setor automotivo. Exemplo recente é o projeto que estamos estudando de conversão da frota veicular do estado para GNV. Reforço aqui a necessidade desse trabalho”. Durante o evento, o Sindirepa lançou o Anuário da Indústria de Reparação Automotiva 2019.

De acordo com Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, presidente da Firjan, hoje, com a agenda da sustentabilidade e da transição energética em pauta, o gás entra no centro dos debates. “Isso traz para o Sudeste um grande diferencial, pois temos muito volume disponível aqui. Temos que trabalhar junto com o poder público para reduzir tarifas e sermos mais competitivos. Temos tudo para usar o gás nos mais diversos consumos industriais”, destacou.

Entre os presentes, havia inúmeros representantes sindicais e empresariais. “O tema do Seminário tem uma afinidade muito grande com a Casa Firjan. Esse é um espaço que reúne pessoas para pensarem o futuro, então é muito oportuno realizar essa discussão tão rica sobre o desenvolvimento de um novo mercado com diversas vantagens para o país, principalmente para o Rio de Janeiro”, afirmou Luiz Césio Caetano, presidente da Firjan Leste Fluminense e do Sindicato da Indústria de Refinação e Moagem de Sal do Estado do Rio de Janeiro (Sindisal).

Também esteve presente Carlos Fernando Gross, vice-presidente da Firjan e presidente do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos do Estado do Rio de Janeiro (Sinfar-RJ).  “O evento contou com muitos players importantes. Tenho certeza de que haverá desdobramentos positivos para o setor”, comentou.

 

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O evento atraiu cerca de 300 pessoas à Casa Firjan | Foto: Paula Johas

 

A importância do seminário foi igualmente destacada por Carla Pinheiro, presidente do Sindicato das Indústrias de Joias e Lapidação de Pedras Preciosas do Estado do Rio de Janeiro (Sindijoias) e da Associação de Joalheiros e Relojoeiros do Rio de Janeiro (Ajorio). “Tudo o que foi discutido mostrou um futuro muito positivo, colocando o Rio em destaque no cenário nacional”, reforçou

Transição energética

Renata Isfer, secretária adjunta de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia, ressaltou o papel do gás como o grande combustível da transição energética e falou sobre o programa Novo Mercado de Gás, lançado no primeiro semestre deste ano. “As propostas do programa representam um marco histórico no setor, mas a transição implica mudanças estruturais e comportamentais por parte do agente dominante. Os estados também têm participação fundamental na concretização desse programa, além do Congresso Nacional”, disse, acrescentando que o uso do GNV deverá crescer nos últimos anos.

Para Lucas Tristão, secretário de Desenvolvimento Econômico, Emprego e Relações Internacionais, o estado do Rio tem tudo para ser a grande capital da transição energética mundial. “Incentivamos o uso do gás não somente para os veículos pesados, mas na geração de energia e atividade industrial. É importante também reduzirmos o preço da molécula desse combustível. O gás é o produto que reconduzirá o Rio à reindustrialização”, frisou.

 
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