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Propostas do Sistema FIRJAN são contempladas no Plano Nacional de Segurança Pública no estado do Rio

01/08/17 13:49  -  Atualizado em  22/01/18 17:28

O Sistema FIRJAN ajudou a conquistar mais uma vitória para o combate à criminalidade no estado do Rio. Na última sexta-feira, 28, 8.500 homens das Forças Armadas se somaram a 620 agentes da Força Nacional e aos 1.120 agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) – sendo 380 já provenientes de reforço anunciado pelo governo – em ações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), válida até 2018.

Em reuniões com o governo do estado, a Federação já havia apresentado propostas, como estas, para a elaboração de um Plano de Segurança Pública para o Rio de Janeiro. “O crescimento acelerado da violência no Rio, especialmente na Região Metropolitana, tem provocado grandes prejuízos sociais e econômicos. Uma das principais causas dessa situação é o roubo de cargas, que gera queda da atratividade, esvaziamento econômico e, em consequência, menor arrecadação”, avalia o economista da FIRJAN, Riley Rodrigues.

Nos documentos enviados, a Federação ainda ressalta a necessidade do aumento de ações da PRF e da Polícia Federal (PF) nos postos de fronteira transnacionais para coibir a entrada de drogas e armas e a criação de um Centro Integrado de Inteligência envolvendo o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República; o Ministério da Defesa, por meio do Estado Maior; o Conjunto das Forças Armadas; o Ministério da Justiça, via Secretaria Nacional de Segurança Pública; e o governo do estado do Rio, por meio da  Secretaria de Segurança Pública.

Complementam as propostas, iniciativas voltadas a garantir segurança nos portos e aeroportos. O fortalecimento nos quadros, meios e equipamentos da PF, de modo a robustecer as atuações de controle e combate ao tráfico de armas, especialmente nos portos do estado que usam contêineres e carga geral, assim como a implantação de escâneres para a fiscalização de cargas de destinos suspeitos.

O Sistema FIRJAN entende que essas medidas evitarão o deslocamento da mancha criminal e a rápida reorganização das estruturas criminosas. Na nossa visão, o investimento no combate efetivo à violência é infinitamente inferior aos custos sociais, econômicos e fiscais do crime”, destaca Rodrigues.

A última reunião com o então governador em exercício, Francisco Dornelles, para discutir o plano de enfrentamento ao roubo de cargas no estado aconteceu em 21 de julho. Apenas o Sistema FIRJAN e a Fetranscarga enviaram propostas para o estado – este último usando os estudos e contribuições da Federação como base.

Protagonismo

Também na última sexta-feira, 28, a FIRJAN recebeu a visita dos ministros da Defesa, Raul Jungmann, e da Justiça, Torquato Jardim. Na oportunidade, estudos e propostas relacionados ao combate à criminalidade, principalmente ao roubo de cargas, foram apresentados.

Segundo Sérgio Duarte, vice-presidente da FIRJAN, o protagonismo da Federação no tema pode atrair outras entidades de representação empresarial para, juntos, ajudarem a melhorar o ambiente de negócios do estado.

“Nossa credibilidade ficou evidenciada com a procura dos ministros pelas propostas do Sistema FIRJAN. Para nós, as ações de segurança pública precisam envolver toda a sociedade, reprimindo práticas como a compra de produtos no mercado informal, que é uma das fontes de financiamento da criminalidade”, ressalta. 

 
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