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Pensa Rio discute a importância do papel social das empresas para o futuro dos negócios

Especialistas debateram a importância da mudança de mentalidade nas empresas e seus impactos

Especialistas debateram a importância da mudança de mentalidade nas empresas e seus impactosFoto: Divulgação

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Publicado em 14/05/21 13:05  -  Atualizado em  17/05/21 11:52

Metodologia, disciplina e coordenação são critérios que devem ser observados pelas empresas que desejem assumir o seu papel social na sociedade. Essa é uma das conclusões da discussão sobre o tema, na live “Pensa Rio | Mudança de mentalidade: o papel social das empresas”, realizada em 12/05, pela Firjan.

Luiz Césio Caetano, vice-presidente da Firjan, ressaltou que hoje o empresariado nacional percebeu a sua função de protagonista no contexto de mudanças sociais. “Desenvolver um olhar humanizado para colaboradores, bem como para a sociedade como um todo, tornou-se um atributo fundamental para o sucesso dos negócios”, explicou.

Caetano lembrou que a Firjan atua em diversas frentes nesse sentido. Ele destacou o Grupo de Trabalho Empresarial ESG, criado para estimular a base empresarial do estado na compreensão desse conjunto de práticas. “A empresa do futuro não terá sucesso em sua estratégia se não definir e implementar com clareza ações que a representem no âmbito social”, arrematou.

José Luiz Alquéres, presidente do Conselho Estratégico da Casa Firjan e curador do Pensa Rio, ressaltou que o governo não é o principal ator para tirar o Rio da crise social em que se encontra, mas sim as empresas. Para isso, considerou que os membros dos conselhos de administração devem ter um papel mais incisivo para comprometer as companhias com todos os princípios de ESG.

As empresas estão sendo chamadas a assumir a sua responsabilidade social no funcionamento da sociedade como um todo, não apenas no seu processo produtivo, segundo Eliane Lustosa, ex-diretora do BNDES e membro do Conselho de Administração da CCR. Para ela, é possível resolver problemas sociais no Rio, mas “é preciso ter metodologia, disciplina e coordenação, além de cooperação”.

Segundo Luiza Serpa, cofundadora e diretora do Instituto Phi, “a conta chegou, está alta, cara e é preciso agir para ontem”. No entanto, alertou que não é preciso reinventar a roda, nem criar grandes estruturas e equipes e institutos para começar um programa novo. Já existem metodologias comprovadas e excelentes projetos para engajamento.

Leonardo Letelier, fundador e CEO da Sitawi, explicou que as pessoas devem fazer uma reflexão sobre quanto o negócio delas tem impacto social e ambiental positivo e qual a intencionalidade. “O importante é avaliar bem quanto do objetivo social está de fato interagindo com o objetivo do negócio. Quanto mais verdade melhor”, garantiu.

Assista ao Pensa Rio de 12/05 aqui

 
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