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Firjan sedia abertura do B20 Brasil e reúne lideranças empresariais nacionais, estrangeiras e autoridades

Eduardo Eugenio, presidente da Firjan e vice-presidente da CNI, no evento que marcou o início da agenda de trabalhos do B20 Brasil, grupo que reúne entidades empresariais das 19 maiores economias do mundo, mais a União Europeia - o G20

Eduardo Eugenio, presidente da Firjan e vice-presidente da CNI, no evento que marcou o início da agenda de trabalhos do B20 Brasil, grupo que reúne entidades empresariais das 19 maiores economias do mundo, mais a União Europeia - o G20Foto: Paula Johas

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Publicado em 29/01/2024 15:33  -  Atualizado em  31/01/2024 11:24

A Firjan sediou nesta segunda-feira, 29/01, a abertura dos trabalhos do B20 Brasil 2024, sob o tema “Crescimento Inclusivo para um Futuro Sustentável”. O objetivo do encontro foi apresentar a estrutura e liderança do Business (B20) Brasil e os tópicos que serão abordadas durante o ano. Organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e com apoio da Firjan, o evento reuniu autoridades de governo, como o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, e centenas de lideranças empresariais brasileiras e estrangeiras, além de organizações e instituições financeiras internacionais e especialistas dos países do G20, principal fórum de cooperação econômica internacional. Em 2024 a CNI assumiu a presidência do B20, grupo formado por empresários dos mesmos países que formam o G20. 

Confira abaixo a íntegra do evento

Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, presidente da Firjan e vice-presidente da CNI, ressaltou a relevância dos temas discutidos no evento como: desenvolvimento socioeconômico, inovação, produtividade e resiliência empresarial. “Precisamos avançar na transição energética, já que as mudanças climáticas afetam a economia e, portanto, impactam negativamente o desenvolvimento, a geração de emprego e renda, o bem-estar social. Hoje é um dia histórico que será um marco a ser lembrado. Estamos construindo uma via para melhoria do Brasil e da humanidade”. Segundo Eduardo Eugenio, a realização do G20 no Rio é uma oportunidade única para serem abordados desafios específicos da região e endereçadas as soluções: “A indústria brasileira dará sua contribuição”, garantiu.

Este é o primeiro encontro da agenda dos grupos de engajamento do G20 no Brasil, que reúne 19 países e duas regiões (União Africana e União Europeia), que somam 75% do comércio e 85% do PIB mundial. “O fato de o país ocupar a presidência rotativa do G20 e do B20 aumenta a nossa responsabilidade, pois é uma oportunidade ímpar para mostrarmos ao mundo o potencial das nossas empresas e do país. É fundamental para avançarmos na adoção de medidas capazes de acelerar as reformas necessárias à neoindustrialização, à descarbonização da economia e à atração de investimentos produtivos”, destacou Ricardo Alban, presidente da CNI.

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Aloizio Mercadante, Ricardo Alban, Geraldo Alckmin, Eduardo Paes e Eduardo Eugenio | Foto: Paula Johas


O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, ressaltou temas que serão tratados pelo B20, como segurança alimentar, clima, transição energética, emprego e educação. “A reforma tributária vai desonerar completamente investimentos e exportações, acabando com a cumulatividade dos impostos, o que vai fortalecer o comércio exterior. Além disso, o Fundo Garantidor de Exportação, do BNDES, fará toda a diferença nessas operações. Criamos também o programa de depreciação acelerada para ajudar a indústria a trocar máquinas e equipamentos”.

A implantação de medidas que ajudem a indústria a se fortalecer foi defendida por Aloizio Mercadante, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Na década de 1980, segundo o economista, a indústria representava 30% do PIB nacional e agora são 15%. “O Plano Nova Indústria Brasil, lançado pelo governo, tem seis pontos estratégicos, entre eles, descarbonização da economia, tecnologias críticas para segurança nacional e o enfrentamento dos efeitos da mudança climática. Como maior exportador de alimentos, o Brasil é fundamental para a segurança alimentar mundial”.

Já o prefeito do Rio, Eduardo Paes, ressaltou que o país não pode perder mais essa oportunidade de aproveitar um evento mundial desse porte para impulsionar o desenvolvimento nacional. “Todos os atores em todas as áreas – inovação, industrial, social e outras – vão estar com os olhos voltados para o Brasil em 2024. Nossa indústria é pujante, inovadora, tem capacidade de usar esse evento para crescer”.

Durante o evento, que teve a presença também de Dan Ioschpe, chair do B20, foram discutidas estratégias para promover o desenvolvimento social e econômico inclusivo e voltadas à inovação e produtividade, além do contexto econômico e geopolítico. Foram apresentados a agenda do G20 Brasil, os objetivos gerais do B20 e de suas forças-tarefas e conselhos e ainda as principais recomendações do B20 Índia 2023.

Também participaram dos debates Luiz Césio Caetano, 1º vice-presidente da Firjan; Carlos Erane de Aguiar, 2º vice-presidente da Firjan; Nicola Miccione, secretário de estado da Casa Civil; e Vinícius Farah, secretário de estado de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços. 

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