
Luiz Césio Caetano, presidente da Firjan, se reuniu com o presidente da Fieg, André Rocha, e o prefeito de Goiânia, Sandro Mabel, na sede da federação, em Goiânia.Foto: Naira Batista/FIEG
O presidente da Firjan, Luiz Césio Caetano, foi recebido nesta quinta-feira (12/2), pelo presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), André Rocha, em sua sede em Goiânia, para apresentar os resultados do Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) e do Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF) ao prefeito do munícipio, Sandro Mabel.
“Nossos estudos são instrumentos estratégicos que apontam prioridades, revelam desafios e indicam onde investir para impulsionar o desenvolvimento econômico e social. Nosso compromisso é oferecer um retrato fiel da realidade, capaz de orientar decisões mais eficazes, responsáveis e justas na formulação de políticas públicas”, disse Luiz Césio Caetano.
A apresentação feita pelo Gerente de Estudos Econômicos da Firjan, Jonathas Goulart, mostra que o estado de Goiás registrou 0,6328, acima da média nacional (0,6067), e Goiânia alcançou 0,9438 em emprego e renda, no IFDM. Já a análise do IFGF, aponta que 36% dos municípios brasileiros encerraram 2024 em situação fiscal difícil ou crítica. Em Goiás, 70,8% tiveram conceito bom ou excelente, com destaque para liquidez (0,7753) e gastos com pessoal (0,8029).
"É muito importante essa integração entre as duas federações para dialogar sobre o desenvolvimento e transformar esses dados em direcionamento. Sem gestão eficiente, não há competitividade nem investimento.", afirmou André Rocha, presidente da Fieg.
O prefeito agradeceu ao empenho da Firjan em apresentar uma análise tão detalhada para orientar os gestores. "É um trabalho tão importante que a nossa solicitação é para que esses dados estejam abertos para que o possamos trabalhar esses números para direcionar as políticas públicas do munícipio", disse o prefeito da capital goiana, Sandro Mabel.
Sobre o IFDM
Criado em 2008 e atualizado em 2025 com nova metodologia, o estudo é composto pelos indicadores de Emprego & Renda, Saúde e Educação e varia
de 0 a 1 ponto, sendo que quanto mais próximo de 1 maior o desenvolvimento socioeconômico. Através dessa pontuação, é possível avaliar o município de forma geral e específica em cada um dos indicadores. Tanto a avaliação geral quanto as análises dos indicadores são classificadas em quatro conceitos: entre 0 e 0,4 – desenvolvimento crítico / entre 0,4 e 0,6 – desenvolvimento baixo / entre 0,6 e 0,8 – desenvolvimento moderado / entre 0,8 e 1 – desenvolvimento alto. O estudo permite, ainda, avaliação absoluta por município e ano e comparações entre cidades e anos anteriores.
Sobre o IFGF
O estudo - elaborado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) com base em dados oficiais - avalia as contas das cidades brasileiras através de quatro indicadores: Autonomia, Gastos com Pessoal, Investimentos e Liquidez.
A análise de 2025 aponta que, em contexto de conjuntura econômica favorável e maior repasse de recursos, o cenário fiscal das cidades melhorou, mas 36% delas - com 46 milhões de brasileiros - ainda têm situação fiscal difícil ou crítica.