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Firjan / Economia do Rio

Firjan Nova Iguaçu e Região debate o IFDM com gestores públicos e empresários

Roberta Teixeira, vice-prefeita de Nova Iguaçu; Silvia Lantimant, vice da Firjan Nova Iguaçu e Região; Marcelo Kaiuca, presidente da Firjan Nova Iguaçu e Região; e Marotto Miranda, prefeito de Mesquita

Roberta Teixeira, vice-prefeita de Nova Iguaçu; Silvia Lantimant, vice da Firjan Nova Iguaçu e Região; Marcelo Kaiuca, presidente da Firjan Nova Iguaçu e Região; e Marotto Miranda, prefeito de MesquitaFoto: Divulgação

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Publicado em 26/06/2025 17:23  -  Atualizado em  27/06/2025 17:56

Os dados do Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) foram detalhados na reunião do Conselho Empresarial Firjan Nova Iguaçu e Região, realizada nesta quinta-feira (26/6). Na ocasião, foram enfatizados os indicadores que apontam para o desenvolvimento socioeconômico em nível baixo ou crítico, na quase totalidade dos municípios da região. Com o intuito de contribuir para a criação de políticas públicas que ajudem a mudar o cenário dos municípios da Baixada Fluminense, Marcelo Kaiuca, presidente regional da Firjan, recebeu o prefeito de Mesquita, Marotto Miranda, os vice-prefeitos de Nova Iguaçu, Roberta Teixeira, e de Nilópolis, Álvaro Ramos, além de representantes das prefeituras de Queimados, de Paracambi e das subprefeituras da Zona Oeste da capital.

“Através do IFDM é possível verificar os pontos de maior criticidade nos municípios. Com esses indicadores, buscamos contribuir com os gestores públicos para que criem mecanismos que auxiliem no desenvolvimento dos municípios e, consequentemente, melhorem a qualidade de vida da população”, destacou o presidente da Firjan Nova Iguaçu e Região, Marcelo Kaiuca, ao lado da vice, Silvia Lantimant, que pontuou a importância do IFDM como direcionador de políticas públicas para áreas de maior relevância. “O desenvolvimento não é possível sem investimentos em Educação e Saúde nos municípios”, enfatizou.

O estudo é composto pelos indicadores de Emprego & Renda, Saúde e Educação, e varia de 0 a 1 ponto, sendo que, quanto mais próximo de 1 maior o desenvolvimento socioeconômico. Por meio dessa pontuação, é possível avaliar o município de forma geral e específica em cada um dos indicadores. Tanto a avaliação geral quanto as análises dos indicadores são classificadas em quatro conceitos: entre 0 e 0,4 - desenvolvimento crítico / entre 0,4 e 0,6 – desenvolvimento baixo / entre 0,6 e 0,8 – desenvolvimento moderado / entre 0,8 e 1 – desenvolvimento alto. O estudo permite, ainda, a avaliação absoluta por município bem como ano e comparações entre cidades e anos anteriores. 

CLIQUE E ACESSE O ÍNDICE FIRJAN DE DESENVOLVIMENTO MUNICIPAL (IFDM)

O IFDM baseia-se dados oficiais referentes ao ano de 2023 e faz um comparativo com o ano de 2013. O indicador analisou 5.550 municípios brasileiros, os quais respondem por 99,96% da população. Entre os municípios da Baixada Fluminense, o índice mostra que Itaguaí foi o único a apresentar um desenvolvimento socioeconômico moderado. Os outros 12 municípios da região, que inclui todo o entorno de Nova Iguaçu e Duque de Caxias, registraram desempenho baixo ou crítico. A análise mostra que Nova Iguaçu perdeu 18 posições no ranking estadual, ocupando o 89° lugar, e o município de Mesquita caiu 11 colocações, estando atualmente na 80° posição.

Os representantes do poder público da região destacaram a relevância do IFDM para o estabelecimento de medidas que contribuam para a melhoria dos indicadores. “Precisamos pautar as nossas políticas públicas olhando para esses indicadores”, destacou o prefeito de Mesquita, Marotto Miranda. “A partir desses dados, podemos avaliar como anda o desenvolvimento dos municípios. O índice evidencia onde precisamos direcionar nossas políticas públicas", destacou a vice-prefeita de Nova Iguaçu, Roberta Teixeira.

Durante a reunião, os gestores públicos debateram sobre os impactos de projetos de lei que visam a redução de incentivos fiscais para o estado e que tramitam na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Se aprovadas, as medidas podem impactar a atividade industrial, gerando perdas de emprego, renda e arrecadação para os municípios.

 
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