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Firjan participará do processo de restauração do Monumento aos Pracinhas

Luiz Cesio Caetano, presidente da Firjan, durante a cerimônia de assinatura do protocolo de intenções

Luiz Cesio Caetano, presidente da Firjan, durante a cerimônia de assinatura do protocolo de intençõesFoto: Vinicius Magalhães/Firjan

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Publicado em 19/08/2026 18:08  -  Atualizado em  19/08/2026 18:39

O presidente da Firjan, Luiz Cesio Caetano, participou, nesta quarta-feira (19/8), do evento promovido pelo Exército Brasileiro de assinatura do protocolo de intenções para a recuperação do Monumento Nacional aos mortos da Segunda Guerra Mundial, localizado no Aterro do Flamengo. A solenidade reuniu representantes de empresas privadas e do BNDES, que apoiarão na restauração.

A federação já havia participado da primeira reforma do monumento, em 2001. Segundo Caetano, a assinatura do protocolo de intenções é um importante passo para que a indústria possa participar novamente dessa restauração. "Essa é uma nova oportunidade para mobilizarmos a indústria do Rio de Janeiro em apoio à reforma, à reconstrução deste monumento histórico, cultural e de simbolismo nacional. A Firjan se sente extremamente honrada de participar desse movimento nacional para que o Monumento aos Pracinhas volte a ter a grandiosidade, como na época da inauguração nos anos 1960", afirmou.

A iniciativa faz parte do programa Indústria Mais Parceira, que fortalece a colaboração entre a Firjan e a indústria por meio de parcerias com empresas e organizações de diversos setores. 

Chefe do Departamento de Educação e Cultura do Exército, o general Ricardo José Nigri, destacou o apoio estratégico e institucional da federação na empreitada. "Essa é uma oportunidade estratégica junto à Firjan, toda a indústria, o empresariado, para recuperarmos o monumento nacional em homenagem aos mortos da Segunda Guerra Mundial. Tem todo um simbolismo envolvido, a luta pelos ideais de liberdade e democracia", disse.

O general Nigri relembrou a participação da FEB na guerra: "o Brasil enviou 25 mil brasileiros para as operações da Itália na Segunda Guerra Mundial. Aqui nesse monumento temos 467 antigos militares que tombaram em luta por esses ideais. Então esse é um legado que a sociedade de hoje tem que reconstituir. E nessa reconstituição nós contamos com essa colaboração imensa da federação e do seu presidente, Luiz Cesio, que muito nos honra com essa aproximação com o empresariado, com a cultura do Brasil, do Exército Brasileiro e da Defesa", finalizou.

 
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