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ColaborAmerica: Casa Firjan expõe desafios de um mundo em transformação

Gabriel Pinto falou sobre o papel da Casa Firjan no apoio às indústrias no atual processo de transformação

Gabriel Pinto falou sobre o papel da Casa Firjan no apoio às indústrias no atual processo de transformaçãoFoto: Paula Johas

13/11/18 17:17  -  Atualizado em  13/11/18 17:27

Empresas baseadas na economia tradicional têm diante de si o desafio de se reinventar, para se adaptar a um mundo em transformação, com nova sociedade, novos paradigmas e novos pensamentos. A análise foi feita por Gabriel Pinto, gerente da Casa Firjan, em debate no ColaborAmerica – Festival de Novas Economias da América Latina, em 09/11. A Firjan foi uma das patrocinadoras do evento, realizado na Fundição Progresso, Rio de Janeiro.

Gabriel falou desse desafio e do papel da Casa Firjan no apoio às indústrias fluminenses no processo de transformação da economia tradicional para a nova economia. “A gente antecipa o futuro e traz discussões, gera alertas e oferece debates para incentivar a criação de políticas públicas, valorizando os casos que a indústria tem. A indústria está se transformando, muitas já estão em alerta para isso e querem apoio, então a gente oferece também capacitação e educação nesse sentido”, disse.

Ainda segundo ele, a Casa Firjan propõe discutir as diferentes abordagens da nova economia. “Falamos sobre economia criativa, que tem a ver com valor; circular, relacionada a produtos que gerem menos desperdício; colaborativa, que tem foco em novas metodologias de trabalho; de compartilhamento, que tem relação entre uso e propriedade; e, por fim, temos as multimoedas, que surgiram desafiando os economistas”, completou Gabriel.

Para Michel Bauwens, teórico belga que estuda economia compartilhada, fundador da P2P Foundation, um elemento-chave para a nova economia é a justiça social. Ele defende trazer as empresas para esse contexto. “Temos que fazer com que as empresas cooperem para o bem comum. Não quer dizer acabar com o mercado, mas forçar o mercado a considerar nossas realidades sociais e ambientais. As regras têm que mudar”, afirmou.

 
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