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Aquário Casa Firjan: inovações mudam forma de usar serviços financeiros

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Publicado em 14/04/21 13:16  -  Atualizado em  14/04/21 13:21

“A maneira que a gente consome serviços financeiros vai mudar, essa é a nossa certeza”, afirmou Ingrid Barth, chief operating officer (COO) e fundadora da Linker, no Aquário Casa Firjan, de 13/4, sobre “Fintechzação das empresas e outras inovações financeiras que vão impactar o seu negócio”. No futuro, o consumidor terá a liberdade de fazer a própria curadoria de serviços financeiros, acrescentou. O cliente poderá ter investimento numa empresa, câmbio em outra e seguro em outra, acessando tudo de uma plataforma híbrida.

“Essa é uma das possibilidades que a gente elenca com os projetos que estão vindo, como fintech, Pix e open banking. Que venham projetos inovadores e que o consumidor seja o maior beneficiado, principalmente em relação a custo e experiência”, previu Ingrid.

Diego Perez, presidente da Associação Brasileira de Fintechs, disse que essas empresas do setor são similares às startups, mas com modelo de negócio replicável e escalável, o que as permite operar com recursos mais escassos e, ao mesmo tempo, solucionar problemas complexos de maneira simples. Sobre a importância da fintechzação, quando a empresa incorpora tecnologia em seus serviços financeiros, Perez ressaltou que “quem não adotar a estratégia nas suas operações vai perder espaço relevante”.

O número de fintechs no Brasil passou de 500 para mais de 800 no ano passado, informou Iuri Campos, líder do Aquário Casa Firjan, destacando que essa tendência impacta cada vez mais as estruturas não financeiras.

Já Gabriel Aleixo, pesquisador e desenvolvedor de negócios na Hathor Network, vê um potencial enorme no blockchain, principalmente para tornar globais diversas aplicações das tecnologias financeiras. O blockchain pode levar a conectividade do nosso sistema financeiro, das fintechs para o mundo, ressaltou. “Uma rede do blockchain resolve problemas da escalabilidade, além de poder abarcar dezenas, centenas e milhares de casos de uso sem dar aquele gargalo. E do ponto de vista de negócios resolve o problema da usabilidade”, explicou ele.

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