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Aquário Casa Firjan discute como inserir a governança corporativa nas PMEs

Princípios básicos da governança são transparência, equidade, prestação de contas e responsabilidade corporativa

Princípios básicos da governança são transparência, equidade, prestação de contas e responsabilidade corporativaFoto: Getty Images

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Publicado em 21/07/21 14:47  -  Atualizado em  22/07/21 15:27

Atrair as pequenas e médias empresas para as práticas de governança é um dos objetivos do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC). E para debater a importância e o papel da governança corporativa nas PMEs, o Aquário Casa Firjan reuniu especialistas em 20/07. “A governança é o sistema pelo qual as empresas são incentivadas, monitoradas e dirigidas, envolvendo o relacionamento entre os sócios. A governança é um dos orientadores das pequenas e médias, principalmente, nas turbulências”, explica Artur Neves, diretor da AMPHI, consultoria em governança corporativa. 

Os princípios básicos da prática são: transparência, equidade, prestação de contas e responsabilidade corporativa. Silvia Pereira, coordenadora do Capítulo RJ do IBGC e sócia da R2p2, explica que a entidade atua como um centro de pensamento divulgando a governança corporativa em cursos, fóruns e eventos virtuais.

“Deve ser aplicada por todas as corporações, incluindo as pequenas e médias. As empresas devem se espelhar nos modelos e buscar o que melhor se adequa a sua realidade”.

Um exemplo concreto de governança corporativa foi apresentado por Silvana Romagnole, presidente do Conselho de Família e conselheira da Romagnole, indústria que produz equipamentos para sistemas elétricos. Ela contou que a fábrica, que completará 60 anos em 2022, surgiu como uma empresa tipicamente familiar, mas que seu pai sempre teve a preocupação de formar os herdeiros. Silvana se especializou em governança e aplica seus conhecimentos também em consultorias.

O processo de sucessão do patriarca durou 5 anos. Todos os diretores foram avaliados, com transparência: “Decidiram por um herdeiro da segunda geração, que assumiu após esse processo e deu certo. Dobrou o resultado da companhia. É preciso cuidar das futuras gerações, desde a adolescência. Não podemos deixar os herdeiros alienados. Pela questão da perenidade do negócio”, ensinou Silvana.

O mediador do evento, Ricardo Machado, consultor em Governança, Estratégia e Negócios, membro do Capítulo RJ do IBGC, acredita que várias empresas estão identificando a jornada da maturidade. “As pequenas e médias também vão se identificar. A consequência é a longevidade do negócio”. Além de uma administração melhor, a governança traz resultados financeiros. As instituições bancárias praticam contratos variáveis à exposição ao risco da corporação. Se ela tem uma boa governança, as taxas de risco serão menores, alertou Neves.

Assista a esse Aquário na íntegra:

 

 
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