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Aquário Casa Firjan debate cibersegurança: 4 bilhões de senhas foram vazadas em 2021

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Publicado em 16/06/21 18:20  -  Atualizado em  16/06/21 18:25

As companhias devem gastar este ano US$ 6 trilhões devido a ciberataques, enquanto indicadores apontam que 4 bilhões de senhas foram vazadas no mundo no primeiro semestre. “O cuidado com a segurança cibernética traz benefícios para as estratégias de negócios de cada empresa. É preciso ter investimentos, processos e engajamento dos colaboradores”, resumiu Ana Cristina Carvalho, gerente geral de TI da Firjan e mediadora do Aquário Casa Firjan  de 15/06, que teve como tema “Cibersegurança em xeque: de vazamento de dados a ataques industriais, como as empresas devem agir?”.

Nos últimos 12 meses, 8,9 milhões de brasileiros sofreram fraudes, e a cada 5 segundos ocorre uma tentativa. Os dados foram mostrados por Marco DeMello, CEO e cofundador da PSafe e presidente do Grupo CyberLabs. “Temos uma pandemia digital de ciberataques, coordenados por inteligência artificial (IA). Devido ao volume, sofisticação e origens variadas, é necessário que as empresas de todos os tamanhos contratem defesas que façam análise comportamental dos ataques e usem IA”, orientou.

DeMello enumerou as principais causas do aumento das invasões: o uso de dispositivos (computadores, laptops e celulares) sem solução de segurança, ameaças virtuais causadas pelo crime organizado, ausência do uso de VPN para acessar dados corporativos, ação de funcionários aliados a cibercriminosos, falta de orientação sobre segurança, uso de senhas fracas e sem autenticação de dois fatores.

Vanessa Padua, diretora de Negócios em Nuvem e Cibersegurança da Microsoft, defendeu uma colaboração entre os diferentes ecossistemas das empresas nessa área. “É importante alinhar os esforços com as grandes organizações, para que possamos ajudar a construir uma estratégia mais integrada com o negócio da empresa. Um dos riscos é a questão da senha e da identidade. Temos que trabalhar o fortalecimento da identidade, com fator duplo de autenticação. Nunca confiar e sempre verificar”.

“Existem normas ISO que falam de gestão de riscos e cartilhas sobre privacidade dos dados, mas muitas empresas só dão atenção à segurança da informação quando sofrem ataques”, alertou Alfred Bacon, presidente e fundador da Isaca. Ele citou vários casos de empresas que foram atacadas por hackers e precisaram pagar resgates volumosos como a Pipeline (empresa de dutos nos EUA) e a JBS. E ainda discorreu sobre a facilidade da compra de “malwares” a preços acessíveis no exterior.

Clique aqui para assistir ao Aquário completo.

 

 
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