<img height="1" width="1" style="display:none;" alt="" src="https://px.ads.linkedin.com/collect/?pid=4124220&amp;fmt=gif">
Portal Sistema Firjan
menu

Notícias

Firjan

Sindirepa e Firjan SENAI SESI discutem eficiência energética no 8º Seminário da Qualidade Automotiva

Celso Mattos (de pé), presidente do Sindirepa-RJ e vice-presidente da Firjan, na abertura do evento

Celso Mattos (de pé), presidente do Sindirepa-RJ e vice-presidente da Firjan, na abertura do eventoFoto: Vinícius Magalhães

Tempo médio de leitura: ...calculando.

Publicado em 23/07/2025 14:35  -  Atualizado em  23/07/2025 16:32

Para discutir qualidade, segurança, inovação, mão de obra e sustentabilidade na mobilidade urbana, o Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios do Estado do Rio de Janeiro (Sindirepa-RJ) promoveu o 8º Seminário da Qualidade Automotiva, nessa terça-feira (22/7). O evento, com patrocínio da Firjan SENAI SESI, Naturgy e Kolbenschmidt, foi realizado na Casa Firjan, com a presença de empresários e profissionais do setor.

Luiz Césio Caetano, presidente da Firjan, defendeu a integração do gás natural e do biometano para a descarbonização do transporte pesado, ao lembrar que a medida consta da “Agenda de Propostas Firjan para um Brasil 4.0” para o estado do Rio. Ele destacou que o estado já conta com uma relevante frota movida a gás natural veicular (GNV), especialmente de automóveis.

“Também merece destaque a tendência da adoção cada vez maior de soluções híbridas. Veículos com mais de um tipo de combustível têm ampliado a participação na frota”, ressaltou Caetano, após afirmar que a Firjan se orgulha das iniciativas em parceria com o Sindirepa-RJ pelo maior desenvolvimento do mercado de GNV no estado do Rio e pelo aumento da competitividade.

Ao explicar o papel que o Sindirepa tem cumprido no debate energético, Celso Mattos, presidente do Sindirepa-RJ e vice-presidente da Firjan, afirmou que o sindicato defende o gás natural veicular, como alternativa segura, limpa, econômica e estratégica para o setor automotivo.

Dessa forma, segundo Mattos, o Sindirepa tem atuado com firmeza na discussão pela redução do preço da molécula do gás. “A composição tarifária atual é desproporcional e compromete a competitividade do mercado. Há um tempo, temos defendido a necessidade de abrir novos caminhos para um mercado livre do gás, como alternativa para garantir a liberdade de escolha, com maior equilíbrio entre ofertas e demandas”, argumentou.

Para o presidente do sindicato, a abertura do mercado pode destravar investimentos e dar mais autonomia às empresas, favorecendo toda a cadeia produtiva, da indústria ao varejo. Mattos também se posicionou contra os avanços das iniciativas legislativas que buscam colocar as associações de produção veicular sobre o controle da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Ele enfatizou a importância e força do setor que possui 3.500 oficinas no estado do Rio de Janeiro e registrou em 2024 um aumento de 50% no número de empregos em relação a 2023.

Priscila Sakalem, secretária de Estado de Transporte e Mobilidade Urbana, disse que a pauta de mobilidade urbana fluminense está dividida em três grandes eixos: integração modal, com eficiência energética e mobilidade da população; sustentabilidade e qualificação profissional. “O governo vai fazer a licitação dos ônibus intermunicipais. São 1.100 linhas que serão licitadas dentro de todas as práticas sustentáveis, com menor emissão de CO2 e cota para ônibus verdes, que ainda não foi definido se será de hidrogênio, híbrido, elétrico ou a gás”, informou a nova titular da pasta. Ela adiantou que o edital vai exigir que 20% dessa frota seja sustentável.

Sobre qualificação profissional, a secretária disse que espera contar com a expertise da Firjan SENAI para contribuir com a capacitação da mão de obra nessa transição tecnológica.

A 8ª edição do seminário contou com participação de especialistas em dois painéis. O primeiro debate “Qualidade e segurança na reparação: impactos na mobilidade Urbana” e o segundo tratou de “Inovação, sustentabilidade e mão de obra: desafios da reparação para a mobilidade do futuro”. No evento, foram discutidos também os aspectos gerais da Lei Complementar nº 213/2025 e seus impactos na cadeia produtiva da indústria de reparação automotiva.

 
Para Empresas
Competitividade Empresarial Educação Qualidade de Vida
 
 

Utilizamos cookies para uma melhor experiência de navegação. Conheça nossa Política de Privacidade.