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Em Nova York, presidente da Firjan destaca oportunidades de investimentos no Estado do Rio de Janeiro

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Publicado em 14/05/2026 18:16  -  Atualizado em  14/05/2026 18:35

Embora o cenário político e econômico internacional seja de incertezas, diante da guerra no Oriente Médio e das transformações do comércio global, o Estado do Rio de Janeiro tem a oportunidade de atrair investimentos de até R$ 523 bilhões, no período 2026-2028. O anúncio foi feito pelo presidente da Firjan, Luiz Césio Caetano, que participou da 3ª edição do Summit Brasil–USA, realizada nesta quarta-feira (13/5), em Nova York. Promovido pelo jornal Valor em parceria com a Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos (Amcham Brasil), o encontro reuniu autoridades, especialistas, empresários e executivos brasileiros e norte-americanos. 

O objetivo do evento foi debater as relações entre Brasil e Estados Unidos. Os temas que nortearam o encontro incluíram guerras, transição energética, inteligência artificial, eleições presidenciais e legislativas nos dois países, além da reconfiguração do comércio global.

Caetano participou do painel "Relações Comerciais e Investimentos BR – USA na visão das empresas", que também contou com a presença de Gilberto Tomazoni, CEO da JBS; Guilherme Penin, vice-presidente de Estratégia, Comunicação e Relações Institucionais da Cosan; Gustavo Werneck, presidente, CEO e membro do conselho de administração da Gerdau; e Marco Hannappel, presidente para América Latina e Canadá da Philip Morris International. O jornalista e colunista do jornal O Globo, Lauro Jardim, mediou o debate. 

Ao ser questionado pelo jornalista sobre como atrair investimentos americanos para o Brasil, Caetano respondeu que o país, especificamente o Rio de Janeiro, tem enormes possibilidades de avançar, de acordo com as análises apresentadas no estudo "Rio de Futuro: Vocações e Potencialidades Econômicas”, da Firjan.

“O mapeamento dos investimentos no estado aponta que, no triênio 26-28, o Rio de Janeiro é uma das regiões de maior concentração de investimento da América Latina. Identificamos nesse estudo 2 mil projetos, com investimentos da ordem de R$ 523 bilhões, ou seja, US$ 100 bilhões em três anos, de 2026 a 2028. São 1.880 projetos em andamento com investimento de R$ 323 bilhões e mais 80 projetos potenciais, com mais de R$ 200 bilhões. Dentro do portfólio das empresas estrangeiras, as empresas americanas estariam aplicando 1,2 bilhão de reais nesse período”, detalhou.

Confira abaixo a íntegra do evento. A participação da Firjan começa em 4:08:07:

Caetano também destacou que, destes R$ 523 bi, 65% são aplicados em petróleo e gás. O presidente da Firjan alerta, no entanto, que, para atrair novos negócios, é fundamental que os empresários fiquem atentos às oportunidades. 

“O estudo Rio de Futuro identifica as fronteiras de investimento no estado do Rio de Janeiro, como transição energética, economia circular, indústria química e petroquímica avançada e complexo aeroespacial, além de um hub de inovação em tecnologia de IA e Data Center. Existe um amplo mercado de investimento dentro dessas janelas de oportunidade e, na Firjan, criamos um núcleo de suporte ao investidor para apoiar os investidores no interesse desses projetos”, observou. 

Ao final do encontro, o presidente Caetano se encontrou com o cônsul-geral do Brasil em Nova Iorque, embaixador Adalnio Senna Ganem, para entregar o estudo Rio de Futuro, desenvolvido pela federação para orientar um novo ciclo de desenvolvimento do estado.

Ao longo do painel, os debatedores também abordaram as oportunidades de negócios para o país, diante da crise internacional. Para Tomazoni, CEO da JBS, Brasil e EUA podem chegar a bons acordos, tendo em vista que são países complementares economicamente. Já Penin, vice-presidente de Estratégia, Comunicação e Relações Institucionais da Cosan, disse que os conflitos podem representar novas oportunidades para o Brasil, que não está envolvido diretamente nas tensões atuais. 

Na visão de Werneck, CEO da Gerdau, os efeitos do tarifaço oferecem ao Brasil uma oportunidade de exercitar um olhar diferente para as relações comerciais com os EUA. Enquanto Hannappel, representante da Philip Morris International, acredita na capacidade das empresas de se adaptarem às crises. 

Industry Day

Na última segunda-feira, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Câmara de Comércio dos Estados Unidos em Nova York realizaram a primeira edição do Brasil-U.S. Industry Day. O evento teve o intuito de reforçar a importância da parceria bilateral entre os dois países. 

O encontro reuniu 500 lideranças empresariais, investidores e autoridades governamentais para debater a agenda prioritária da indústria, como financiamento, minerais críticos, energia, saúde e tecnologias digitais. Foi a primeira vez que o setor reuniu representantes dos dois países na Brazilian Week – tradicional agenda de líderes globais para debater oportunidades econômicas e de investimentos. 

Leia também: No Brasil-U.S.Industry Day, Firjan participa de reuniões sobre acesso ao crédito internacional

 
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