Sondagem Indústria da Pequena Empresa | 2º Trimestre 2025
A Sondagem Industrial é uma pesquisa trimestral que avalia a evolução recente e as perspectivas de produção, faturamento, nível de emprego, estoque e acesso ao crédito no âmbito do setor industrial do estado do Rio de Janeiro. No recorte específico para as Micro e Pequenas Empresas, são apresentadas de forma objetiva a avaliação de cenário e a expectativa do pequeno industrial para os próximos seis meses quanto à economia brasileira, ao cenário geral do estado do Rio de Janeiro e à situação de sua empresa. A pesquisa também revela os principais entraves apontados pelas indústrias fluminenses de micro e pequeno porte.
No 2º trimestre de 2025, observou-se um leve alívio no pessimismo em relação ao trimestre anterior. As avaliações quanto à economia brasileira e às condições econômicas do estado permaneceram predominantemente negativas, apesar da percepção sobre a própria empresa apresentar melhora discreta, e alguma recuperação da confiança.
As expectativas dos pequenos industriais para os próximos seis meses mostraram melhoram no que diz respeito à situação de suas próprias empresas. Ainda assim, o otimismo permanece contido diante das incertezas do cenário macroeconômico.
O ranking de entraves à competitividade manteve a elevada carga tributária como principal entrave, apesar de leve queda. As taxas de juros ganharam destaque, refletindo o impacto do crédito caro. A insuficiência de demanda interna caiu do segundo para o terceiro lugar. Concorrência desleal se manteve estável e a inadimplência de clientes cresceu, indicando maior dificuldade de recebimento.
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Micro e pequenas empresas representam quase 97% de todas as empresas abertas no país até julho
Entre janeiro e julho de 2025, o Brasil registrou a abertura de mais de 3,1 milhões de empresas, das quais cerca de 97% correspondiam a pequenos negócios, incluindo microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno porte. Apenas em julho, foram abertas 449,6 mil novas empresas, e a maioria também estava nessa categoria.
No acumulado de janeiro a julho, já foram abertos 3,1 milhões de novas empresas no país. Nesse universo, os pequenos negócios somam 96,9% do total, divididos entre MEI (77,2%), microempresa (18,7%) e empresa de pequeno porte (4,1%).
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Micro e pequenas empresas geraram 750 mil empregos no primeiro semestre de 2025
No primeiro semestre de 2025, as micro e pequenas empresas criaram 747,6 mil vagas formais de trabalho no Brasil, reforçando seu papel como principais geradoras de empregos no país. Somente em junho, foram 106,9 mil novas contratações, o que correspondeu a 64% de todas as admissões formais do mês.
O setor de serviços liderou a geração de empregos, com 44,7 mil vagas em junho e um saldo de 386,1 mil no semestre. O comércio criou 28,1 mil vagas em junho, enquanto a construção gerou 16,8 mil no mês e acumulou 138,6 mil no semestre. Já a indústria de transformação registrou 110,7 mil novas contratações no período.
Paralelamente, a taxa de desemprego no trimestre encerrado em junho caiu para 5,8%, o menor nível em 13 anos, representando recuos de 1,2 ponto percentual em relação ao trimestre anterior e de 1,1 ponto frente ao mesmo período de 2024.
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Brasil abre 2,6 milhões de pequenos negócios no primeiro semestre de 2025
No primeiro semestre de 2025, as micro e pequenas empresas criaram 747,6 mil vagas formais de trabalho no Brasil, reforçando seu papel como principais geradoras de empregos no país. Somente em junho, foram 106,9 mil novas contratações, o que correspondeu a 64% de todas as admissões formais do mês.
O setor de serviços liderou a geração de empregos, com 44,7 mil vagas em junho e um saldo de 386,1 mil no semestre. O comércio criou 28,1 mil vagas em junho, enquanto a construção gerou 16,8 mil no mês e acumulou 138,6 mil no semestre. Já a indústria de transformação registrou 110,7 mil novas contratações no período.
Paralelamente, a taxa de desemprego no trimestre encerrado em junho caiu para 5,8%, o menor nível em 13 anos, representando recuos de 1,2 ponto percentual em relação ao trimestre anterior e de 1,1 ponto frente ao mesmo período de 2024.
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Câmara aprova política nacional para capacitação e fortalecimento de pequenos negócios
A Comissão de Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4447/2024, que cria a Política Brasileira de Capacitação para microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno porte optantes pelo Simples Nacional.
A iniciativa tem como objetivo articular ações do governo e do setor privado, com destaque para a atuação do Sebrae, visando oferecer formação profissional, incentivo à inovação, acesso a tecnologias e apoio à exportação. A proposta inclui a elaboração de um plano de capacitação com duração de quatro anos, que será avaliado anualmente pelo Congresso Nacional. Além disso, prevê a criação de linhas de crédito específicas e o desenvolvimento de ferramentas voltadas ao fortalecimento desses negócios.
A política também busca aumentar a taxa de sobrevivência das empresas de menor porte, considerando dados do IBGE que indicam que apenas 37,9% das empresas abertas em 2017 continuavam ativas após cinco anos. O projeto seguirá agora para análise das comissões de Finanças e Tributação, e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo.
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Carta da Indústria mostra impacto positivo do Brasil Mais Produtivo
A publicação destaca o impacto positivo do programa Brasil Mais Produtivo (B+P), coordenado pelo Ministério da Indústria e implementado pela Firjan SENAI no Rio de Janeiro, que tem promovido aumentos significativos de produtividade nas pequenas indústrias do estado.
A Firjan SENAI já alcançou a média de 78,7% de aumento de produtividade de indústrias do Rio de Janeiro por meio das consultorias e aperfeiçoamento profissional oferecidos no âmbito do B+P. O resultado da terceira edição gratuita do programa é superior à média nacional, que ficou em 27,8%. A federação ainda totalizou a meta de 160 contratos assinados em 2024 com micro e pequenas empresas. E entre as 26 médias indústrias programadas para este ano, 20 estavam com contratos assinados em meados de novembro.
Para 2025, a previsão é atender 384 MPEs, sendo que 288 serão atendidas pela Firjan SENAI e 96 pelo Centro de Tecnologia da Indústria Química e Têxtil.
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Panorama da Pequena Indústria
O Panorama da Pequena Indústria apresenta diversos indicadores econômicos sobre o desempenho das pequenas empresas, situação financeira, confiança do empresário e perspectivas.
Acesse o panorama completo aqui
Painel Firjan da Pequena Empresa
Acompanhe a evolução recente da economia e as perspectivas para os próximos meses com foco no setor industrial.
Veja o painel
Estudo sobre PIB Brasil e Rio de Janeiro
Dados da economia do Rio de Janeiro e do Brasil são avaliados em estudo da Firjan, que mostram a prévia do PIB fluminense em comparação ao desempenho da economia nacional e projeta possiveis cenários futuros.
Confira as publicações
Retratos Regionais
Os dados do mercado de trabalho são um importante termômetro da economia e permitem identificar tendências e oportunidades de negócios. A plataforma traz recorte setorial e regional do mercado de trabalho no estado do Rio. O ambiente é atualizado mensalmente, com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia.
No painel setorial são disponibilizados dados específicos dos setores industriais. Já o painel regional, que também permite a busca por município, apresenta o cenário geral de empregos, incluindo todos os grandes setores: Agropecuária, Comércio, Construção, Indústria e Serviços.
Acesse a plataforma
Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal (IFDM)
O IFDM é um estudo da Firjan que acompanha anualmente o desenvolvimento socioeconômico de todos os mais de 5 mil municípios brasileiros em três áreas de atuação: Emprego & renda, Educação e Saúde. Criado em 2008, ele é feito, exclusivamente, com base em estatísticas públicas oficiais, disponibilizadas pelos ministérios do Trabalho, Educação e Saúde.
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Retratos Regionais
Os dados do mercado de trabalho são um importante termômetro da economia e permitem identificar tendências e oportunidades de negócios. A plataforma traz recorte setorial e regional do mercado de trabalho no estado do Rio. O ambiente é atualizado mensalmente, com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia.
No painel setorial são disponibilizados dados específicos dos setores industriais. Já o painel regional, que também permite a busca por município, apresenta o cenário geral de empregos, incluindo todos os grandes setores: Agropecuária, Comércio, Construção, Indústria e Serviços.
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Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal (IFDM)
O IFDM é um estudo da Firjan que acompanha anualmente o desenvolvimento socioeconômico de todos os mais de 5 mil municípios brasileiros em três áreas de atuação: Emprego & renda, Educação e Saúde. Criado em 2008, ele é feito, exclusivamente, com base em estatísticas públicas oficiais, disponibilizadas pelos ministérios do Trabalho, Educação e Saúde.
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