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IFGF 2019

5.337 municípios analisados

Com base em dados oficiais, o IFGF analisa as contas das cidades brasileiras através de quatro indicadores. A análise de 2018 não deixa dúvidas de que existem problemas de gestão fiscal: baixa capacidade de geração de receita para financiar a Câmara Municipal e a estrutura administrativa da prefeitura, além de alta rigidez do orçamento, o que dificulta um planejamento eficiente e penaliza investimentos.

Veja alguns destaques

    Autonomia

    Novo indicador que analisa a relação entre as receitas oriundas da atividade econômica do município e os custos para financiar sua existência.

    34,8%

    das prefeituras não se sustentam: não geram receita suficiente para a manutenção da estrutura administrativa.

    Gastos com pessoal

    Mostra quanto os municípios gastam com pagamento de pessoal em relação ao total da Receita Corrente Líquida.

    49,4%

    do país em situação crítica: cidades gastam mais de 54% da receita com pessoal.

    Liquidez

    Verifica a relação entre o total de restos a pagar acumulados no ano e os recursos em caixa disponíveis para cobri-los no ano seguinte.

    21%

    das prefeituras no “cheque especial”: terminaram 2018 sem recursos em caixa para cobrir as despesas postergadas.

    Investimentos

    Mede a parcela da receita total dos municípios destinada aos investimentos, aqueles que geram bem-estar à população e melhoram o ambiente de negócios.

    47%

    das cidades brasileiras sem olhar para o futuro: investem em média apenas 3% da receita.

Leitura do IFGF

A metodologia do IFGF passou por uma atualização e agora o estudo é composto por quatro indicadores – Autonomia, Gastos com Pessoal, Liquidez e Investimentos. Toda a série histórica foi atualizada de acordo com as novas métricas. O índice permite tanto a comparação relativa quanto absoluta, isto é, não se restringe a uma fotografia anual, podendo ser comparado ao longo dos anos. Dessa forma, é possível especificar, com precisão, se uma melhoria relativa de posição em um ranking se deve a fatores específicos de um determinado município ou à piora relativa dos demais.

Metodologia

O IFGF tem uma leitura dos resultados bastante simples: a pontuação varia entre 0 e 1, sendo que quanto mais próximo de 1 melhor a gestão fiscal do município.