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    FIRJAN, Simperj e Governo do Estado: parceria para incentivos ao setor plástico

    Governador Sérgio Cabral assina decreto que regulamenta programa

    Governador Sérgio Cabral assina decreto que regulamenta programaFoto: Guarim de Lorena

    02/10/13 09:19  -  Atualizado em  30/07/15 09:26

    A indústria do setor plástico do estado do Rio ganhou uma nova linha de incentivos para seu desenvolvimento. Nesta quarta-feira, dia 2 de outubro, foi lançado o programa “Rio, a Nova Fronteira do Plástico”, que através de ações de capacitação profissional e empresarial, além de incentivos fiscais, quer atrair novas empresas e impulsionar a expansão das já instaladas do estado.

    Esta é uma parceria entre o Governo do EstadoSistema FIRJANSimperj (Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado do Rio de Janeiro) e Sebrae.

    Segundo o vice-presidente do Sistema FIRJAN, Carlos Mariani, esse programa contribuirá para o aumento da competitividade das empresas e a melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores fluminenses.

    “Esse novo pacote é o resultado do alinhamento com as políticas públicas voltadas ao desenvolvimento da indústria de transformação de material plástico, que vem crescendo e se modernizando nas últimas décadas no Brasil, impulsionada pelas demandas dos setores automotivo, de cosméticos, limpeza e higiene pessoal”. Hoje, estes segmentos citados são responsáveis por 65% das vendas da indústria plástica do País, segundo pesquisa da Maxiquim encomendada pelo Governo do Estado.

    Na cerimônia de lançamento, realizada no Palácio Guanabara, Mariani destacou os novos cursos que serão implantados pelo SENAI para atender às demandas do segmento. Eles serão oferecidos em unidades físicas e móveis “para garantir que a mão de obra seja treinada e capacitada onde ela precise ser”. Além desta ação do SENAI, o Sebrae ficará responsável pela capacitação com foco em empreendedores.

    Para o presidente do Simperj, José da Rocha, o programa pode auxiliar a indústria de plásticos do Rio a ter as mesmas condições de competição que as empresas dos demais estados. “O setor decresceu cerca de 50% no estado do Rio, nos últimos anos. Este projeto vai acelerar o progresso da nossa indústria em busca de competitividade. Não estamos somente oficializando um programa, estamos reconhecendo que o setor deve crescer. Vamos lutar juntos pelo desenvolvimento”, disse.

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    José da Rocha acredita que programa ajudará a impulsionar o setor
    Foto: Guarim de Lorena

    O secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Julio Bueno, lembrou que apesar do Rio de Janeiro ter o segundo maior PIB do Brasil, a quarta maior produção nacional de eteno (principal matéria-prima do setor) e seja o único polo gás químico do País, o estado ainda está em sétimo lugar no ranking do consumo de resinas. “Temos mercado consumidor potencial e em ascensão, temos matéria-prima, só nos falta desenvolver a cadeia produtiva”, disse.

    Segundo Bueno, a capacidade de produção de matéria-prima petroquímica do Rio com a entrada da segunda fase de investimentos no Comperj passará dos atuais 1,54 milhão para 4,6 milhões de toneladas por ano, tornando o Estado o maior polo petroquímico do País.

    Para o governador do Estado, Sérgio Cabral, o programa é motivo de alegria não somente para o setor, mas também para todo o Rio. “Queremos, com este decreto, melhorar a vida da população, trazer prosperidade. É um dia de conquista para todos nós”, declarou.

    Incentivos fiscais

    Outras frentes do programa serão os incentivos tributários e financeiros, que atenderão a todos os elos da cadeia, desde a produção da resina petroquímica à distribuição, passando pelos responsáveis pela transformação, conversão e reciclagem de produtos plásticos. 

    Entre os incentivos tributários, o percentual passa de 6% para 4% na venda de produtos plásticos, e de 19% para 12% na venda de resinas pelos atacadistas. Também serão beneficiados com redução de 19% para 12% distribuidores de resinas de outros estados que não sejam fabricadas no Rio de Janeiro.

    O incentivo financeiro será através da Agerio (Agência Estadual de Fomento), que vai disponibilizar a linha “Pacote Plástico Produtivo”. Entre os principais produtos financiáveis estão máquinas e equipamentos, capital de giro, bens de capital, implantação, expansão e modernização da capacidade produtiva.

    Já a Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro (Codin) vai atuar junto aos investidores para facilitar a instalação de novos empreendimentos em território fluminense

    “Até no máximo março de 2014, teremos finalizado o Arco Metropolitano do Rio de Janeiro, na Baixada Fluminense. Esta é uma área privilegiada, será uma nova fronteira para o desenvolvimento. Aproveito para fazer um chamamento para que novas empresas se instalem no local”, adiantou o vice-governador do Estado, Luiz Fernando Pezão.

    Saiba mais:

    Confira a íntegra do Decreto nº 44.418 de 02/10/2013, que amplia os benefícios fiscais para o setor

     
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